segunda-feira, 11 de abril de 2011

estranho

Que sensação estranha, esta que sinto. É algo incontrolável e inexplicável. À muito que não sinto isto. As pernas tremem-me com esse teu olhar. Sinto as borboletas na barriga. As palavras insistem em não sair. Não consigo falar. Dói-me as bochechas de tanto sorrir. Sorrio a todos os que me passam na rua. Ajo como uma 'parvinha'. Sinto aquilo a que chamo de: ódio-amor.
Odeio-te por me fazeres desejar-te tanto. Odeio-te por esse poder que exerces em mim. Odeio-te pela vontade enorme que tenho de te beijar, sabendo que não o posso fazer. Odeio-te por me pertenceres de uma maneira incrível. Odeio-te por querer que me pertenças. Por querer que sejamos as duas metades de um todo, por te venerar. Por te imaginar abraçado a mim. Eu e tu. Mais ninguém ao nosso redor.
'Devoro-te' com o meu olhar que tanta pressão causa em ti. Quero ser tua e ficar contigo para sempre. Quero que me ames como à muito não sou amada. Quero que me mimes como assim necessito. Quero que sejas meu. Quero que entrenhes todo o amor que tens para me dar, em cada poro meu. Quero ter-te como alma gêmea. Quero que me dês a mão e nunca mais a largues. Quero que me tires todas as dúvidas parentes em mim. Quero que tires a confusão em que está a minha cabeça e faças de mim a mulher mais feliz, perto de ti. Quero carinho e acima de tudo lealdade e fidelidade. Quero que sejas o homem perfeito que jamais uma mulher imaginaria que existisse verdadeiramente. Quero que sejas o homem. O meu homem.